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Uma impressão, quase leve mas não, quase não mas sim, que. Um aperto, talvez, de nada, por nada, só que. Aquele momento antes das lágrimas que nunca vão ser choradas porque não existem, ainda que. Ainda que às vezes pareça que é preciso deixar sair o que não está lá dentro. Cá dentro. Tudo. Ficar nada. O nada que não tem lágrimas pendentes. De nada. Como este nó na garganta que hoje me aperta devagarinho sem doer. Ou magoar. Meigo, porque nada. Uma impressão. Leve. De todas as coisas que. Mas não.
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