Quando a raiva passa, aquela de não poder ver, nem pensar, nem acreditar, e fazer beicinho e querer bufar e espernear e gritar em alto e bom som… fica a saudade… aquela doce, dos sorrisos e dos olhos que brilham e do toque das mãos e do calor de estar ali, a lembrar que afinal dói, oh se dói…
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