Há noites escritas a espera de nada, encostadas a chá de camomila e filmes que nunca serão porque as possibilidades do que não se sabe são ilimitadas. Há noites feitas desse mimo quieto dos amigos e do silêncio das horas que avançam sem levar consigo a narrativa. Há noites em que só um bocadinho de nós nos pode de facto abraçar. Há noites em que os sorrisos nos voltam quando nada vem, como se por agora fôssemos só nós de novo, sem mais. Há noites em que ser mais mete tanto medo como desejo, mesmo quando ser mais não está gravado nessas noites. Há noites em que sozinhos nos vemos a sorrir enquanto o chá ainda está quente e não o podemos beber, só porque sabemos que o vamos saborear melhor quando pudermos.





És mesmo bonita, sabes?…
tem dias… um beijo de obrigada…