testar a vida

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Hoje, assim pelas 3.20 da manhã, recebi uma mensagem no meu telemóvel inglês, de um número inglês, com um número longo e a seguinte pergunta: tas acordada?

Por acaso, só assim por acaso, não estava. Mas passei a estar. E até gostava de dar duas de letra às 3 da manhã com alguém mesmo interessante! É sempre giro. O que não é giro é ser acordada por said message e não ter meio de presentear o remetente com a minha voz de sono mas cheia de coisas interessantes para dizer, porque o número de origem é um centro de mensagens e o número longo que aparece na mensagem não está atribuído. Isso é que não é nada giro.

Claro que a Cientista que há em mim usou o Google para identificar este número. Nada. E claro que a Cientista que há em mim desmembrou o número e pensa ter encontrado o país e cidade, mas além das provas serem pouco conclusivas, essa informação de nada me serve. Vai daí, resolvi dar uma de Cientista meets Revista Maria e deixo aqui um conselhozito: se mandarem uma mensagem de um serviço de mensagens, das duas uma (o melhor mesmo era as duas, mas não vamos complicar), ou assinam ou deixam um número válido.

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