testar a vida

das histórias dos outros

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Uma menina mulher, muito proper, muito lovely, muito British. Um sorriso de querer fazer sorrir, preso em timidez e doçura, a encantar-lhe o contorno dos lábios. Soube porque estava ele tão apaixonado por ela. Sabia já porque estava ela tão apaixonada por ele. Contou-me a sua história. Conhecemo-nos há 4 anos. Estivémos juntos 6 meses. Separámo-nos. Went our separate ways. Há uns meses, antes de deixar Londres, ele ligou-me, quero ver-te, despedir-me… I knew I shouldn’t go… I was with someone else, he was with someone else… I still had feelings for him… I went. And we knew we wanted to be together. It’s meant to be… If you think about someone for 4 years… It’s meant to be. E oferece-me um dos seus sorrisos de querer fazer sorrir, os olhos a brilhar, e eu que não acredito em meant to be acreditei nela, neles, no sorriso, no brilho e no meant to be. Invadiu-me uma ternura imensa por ela, por eles, pelo amor do mundo.

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