Em letra cuidada, a dedicatória da Joana no livro que também é dela e que agora é um bocadinho meu chega-me a casa e ao coração. Toquei a capa devagar, com a ponta dos dedos, o livro a caber-me na mão, antes de o abrir no conto sem título que torna Braga um pouco minha, no namoro amor primeiro em visitas inocentes e beijos puros que um dia foram dor e desilusão e deixar de ser menina quando só se sabe ser menina e não se sabe ser mais nada. Sim, Braga é também minha nas palavras da Joana, que tornam Braga uma cidade de toda a gente.
Obrigada. Que mais não há a dizer, de gesto tão bonito que foi esse teu!





Oh não!!! Acabei de pedir-te desculpas via mail pela caligrafia, que se tornou uma cacografia autêntica, pela pressa de ter ainda que tirar umas cópias para fazer um abstract e traduzir outro para outrém e fazer uns pagamentos e efectuar umas transferências e tudo o que se tem de fazer numa hora de almoço de trinta e poucos minutos que têm de servir para tudo, menos para o almoço… Ai!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O gesto mais bonito foi de quem me deu a sua morada com a mesma facilidade com que se responde ‘sim’. Acho que nunca conheci ninguémm que, isso ficou-me no coração.
Jinhos.
P.S. Acho que foste a única pessoa que percebeu REALMENTE por que não tem título! :))))))))))))))))))))))))))))))))))))
A caligrafia está um mimo e aqueceu-me o coração!
Um beijo de obrigada 🙂