Perdidos que tantas vezes estamos nas decisões que tomamos ou não, esquecemo-nos que não estamos sós nessa equação que são as relações humanas. Não. E do outro lado há decisões que se tomam ou não, também. Decisões que afectam a equação como se nossas fossem. Não houve despedidas solenes, nem adeus murmurados entre frases que se sabiam últimas, nem direito a uma última vez de nada. Não houve direito a nada. Só um silêncio tão solene como as despedidas que não houve. Só um silêncio que se sabe decisão porque estas coisas das tecnologias roubam-nos a inocência dos silêncios involuntários. Ao ponto de interrogação que me desafia no ecrã, digo um adeus solitário, quase descrente, mas que sei que chegou. Mesmo quando a decisão não foi minha.
ainda sobre ciclos e pendências
Terça-feira, 4 Setembro 2007 por Cientista
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Pá, Porto Covo é que é fixe!
🙂 é!