A tarde foi nossa. Como se, ainda que por essa tarde apenas, o tempo fosse nosso outra vez. Ao vivo e a cores. E durante aquelas horas, a saudade ficou esquecida. Porque havia tanto para contar. Tanto para ouvir. E tanto silêncio para apreciar.
E depois o abracinho da despedida, aquele que traz a saudade e as lembranças do tempo que foi e que parece que não vai acabar porque nós não queremos e tem que ser e tu dizes ‘Gosto muito de ti‘ e eu digo ‘Eu também gosto muito de ti‘ e as palavras guardamo-las junto ao peito onde a saudade aperta.
À J.
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:~)
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Aquele tempo nunca parou, ainda existe. Sempre que estamos juntas há uma continuação desse tempo…e eu estou sempre ao teu lado 🙂
Andas a mudar de nick só pra confundir 😛
Idem 😉