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Archive for Janeiro, 2006

ilusão

Com os chuviscos de ontem, pensei que tinha, finalmente, chegado o Inverno as I know it, mas… Não, não está cá, deve ter sido ilusão. Hoje, já não chove.

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Na luz a prumo

Se as mãos pudessem (as tuas,
as minhas) rasgar o nevoeiro,
entrar na luz a prumo.
Se a voz viesse. Não uma qualquer:
a tua, e na manhã voasse.
E de júbilo cantasse.
Com as tuas mãos, e as minhas,
pudesse entrar no azul, qualquer
azul: o do mar,
o do céu, o da rasteirinha canção
de água corrente. E com elas subisse.
(A ave, as mãos, a voz.)
E fossem chama. Quase.

Os Sulcos da Sede in Poesia
Engénio de Andrade

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procurando o verbo

Urdir é o tipo de verbo que não é usado o suficiente!”

E não é que tens razão?

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cama

Escondo-me nas curvas
Do teu corpo, adormecido
Pele, calor emanado…
Na cama em que, nua,
Estou só!

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minha cidade

A cidade, a minha cidade, tem agora as tuas cores, o som da tua voz desprende-se do rio, o brilho dos teus olhos ofusca-me nas luzes da noite. A minha cidade deixou de ser minha para absorver o aroma quente do teu pescoço. Em cada recanto que era a minha paz, a tua presença, a tua sombra.

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poeta

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papillon

papillon1
Papillon, o livro.
Ora aqui está uma obra forte que tem, como ponto excepcional, a força que transmite. É impossível terminar-se este livro sem uma sensação de coragem perante a vida e as adversidades, imbuídos de um convicto optimismo verdadeiramente estimulante.

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