Por que pairas?
Por que insistes?
Por que pairas se deixaste
que te prendessem terrenas
falsas tranquilidades?
Por que negaste o que eras –
nuvem íntegra, real,
sobre as mentiras do mundo?
Às vezes cantas em tudo.
Mas é tão triste e tão tarde.
Meu amor, por que vieste?
Nunca tivera sabido
como se nasce e se morre
de repente, ao mesmo tempo
para sempre, ó arrastada
humana deusa frustrada
água irmã da minha sede
luz de toda a claridade
que só em ti neste mundo
para mim era verdade.
Alberto de Lacerda
Archive for Agosto, 2005
poema
Posted in Mundanices on Quinta-feira, 18 Agosto 2005| Leave a Comment »
horas
Posted in Mundanices on Quinta-feira, 18 Agosto 2005| Leave a Comment »
As horas arrastam-se
Tentando levar-te…
Mas tu não vais!
viagens
Posted in Mundanices on Quarta-feira, 17 Agosto 2005| Leave a Comment »
doce atraso
Posted in Mundanices on Quarta-feira, 17 Agosto 2005| Leave a Comment »
veneno
Posted in Mundanices on Quinta-feira, 11 Agosto 2005| Leave a Comment »
opções
Posted in Mundanices on Quinta-feira, 11 Agosto 2005| Leave a Comment »
ideia encantadora
Posted in Mundanices on Quarta-feira, 10 Agosto 2005| Leave a Comment »
if treated with firmness,
can be trained to do most things.”
Jilly Cooper







