Não escolhas as palavras no vazio do silêncio. Deixa o som ausente. Quietos. Nós e as palavras e o silêncio delas. Custa menos assim, só não sei o quê. O que não foi dito, talvez, esses raminhos de silêncio como flores cinzentas que não se oferecem. Quebrado. O silêncio. Foi. Estremeci, esquecida do barulho das vozes doces que não dizem nada, sem querer. Lembrá-las. O que podia ter sido. Como o café e os passeios na praia e as conversas sem assunto sobre todos os assuntos do mundo. O que podia ter sido nesse silêncio quebrado para nada. Não escolhas as palavras no vazio do silêncio, que elas escolheram ser sem som.




