O que são as palavras e os gestos? O que é o momento em que ambos se fundem? O que aconteceu no instante em que olhámos as perguntas que não fizémos porque não sabíamos a resposta? Deixaste-me nas incertezas de uma certeza castradora, entre sorrisos que não podem ser felizes mas só tristes e resignados com o que quer que seja que existe depois. Há um depois. Um depois de momentos doces em que me vou perder quando pensar em ti. Um depois de sorrisos mais conformados e quase felizes quando lembrar a promessa que nunca foi… Um depois repleto de coisas que nunca saberemos, mas que um dia fará sentido… Há uma nostalgia etérea nas oportunidades perdidas que nos adormece os sentidos…!





Oportunidades não são necessariamente perdidas – o contexto muda, as razões que as precederam alteram-se no seu entendimento – eu diria que o que adormece os sentidos é o nosso medo de enfrentar a realidade de outras novas oportunidades ainda desconhecidas, e agora sim, diferentes do que anteriomente era esperado.
Gosto do tom das tuas palavras. É-me doce no ouvido. Como vou ser sempre uma ‘cientista-dependente’!
Aprecio tanto a tua inteligência e formulaçao de cientista como a tua sensibilidade e sonho de poeta, e espero que consigas manter ambas partes vivas, sempre, para um dia poder escrever um texto chamado “Saber o que nao se perde”…
Como as vossas palavras me aquecem o coracao e acariciam o ego. Gosto.
Um beijo grande.